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De origem controversa, situado por alguns na Angola, por
outros numa mestiçagem entre cultura negra e indígena,
preferimos adotar a acertiva de José Aloísio
Vilela, que localiza ente os negros dos palmares o embrião
do Coco, ritmo cadenciado dos mesmos, rachando o coco para
a retirada da amêndoa.
Dança cantada, acompanhada com um ganzá ou
pandeiro e pela batida dos pés, ou tropel, é
um folguedo junino, podendo, no entanto, surgir para festejar
acontecimentos importantes.
O Coco Alagoano possui várias formas poéticas,
destacando-se entre elas, o Coco de Verso, Coco Solto, Coco
de Embolada, Coco de Entrega, Coco de Dez Pés e Coco
de Bolamento.
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