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Inicialmente, tido como originário dos acontecimentos
na Serra da Barriga, é, na verdade, uma adaptação
alagoana de danças que representam lutas, ora entre
brancos e negros, ora índios, ora mouros e cristãos.
Segundo Théo Brandão, o auto é “uma
re-interpretação de origem e erudita”.
Ao confirmar esse fato, ocorre a derrota dos negros no final
da representação, comprovando ser um bailado
idealizado por brancos.
O quilombo pode ser representado em qualquer época
do ano, mas é mais comum em festividades religiosas:
de padroeiras e natalinas.
O auto é apresentado em três etapas: o Roubo,
o Batuque e a Luta, e os grupos contendores tem Rei, Rainha
e Embaixadores, sendo as danças e cantos acompanhados
de Banda de Pífanos ou Esquenta-Mulher.
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